quinta-feira, 3 de setembro de 2009
A Lisboa o que é de Lisboa
A Lisboa o que é de Lisboa.
“O Presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, congratulou-se hoje pela transferência dos terrenos ribeirinhos para a jurisdição da autarquia, aprovado em Concelho de Ministros, considerando tratar-se da "consumação de um acordo histórico".
"É a consumação de um acordo histórico. Temos a primeira parte desse acordo cumprida por parte do Estado", disse à Lusa António Costa.
O autarca referiu que a Câmara terá ainda de votar a "aceitação" dos terrenos no domínio público municipal, o que deverá acontecer na reunião do executivo camarário do dia 16 de Setembro.
O valor líquido das compensações que a Câmara terá que pagar à administração do Porto de Lisboa, pelos investimentos já realizados pelo porto nos terrenos, será amortizado através das rendas pagas pelos consórcios ali instalados.
"É uma amortização sem um esforço financeiro do município", destacou.
O valor das compensações a pagar pela autarquia ao Porto de Lisboa foi estimado em 14,5 milhões de euros.
O Conselho de Ministros aprovou hoje a transferência para a Câmara de Lisboa de parte dos terrenos da Administração do Porto de Lisboa (APL), justificando a transferência por se enquadrar "no processo de identificação das áreas sem utilização portuária reconhecida em todo o território nacional". BLOG UNIRLISBOA
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
António Costa: uma cidade de pessoas para as pessoas
António Costa aposta na construção de creches e rede de transportes públicos
António Costa apresentou esta quarta-feira o programa de Governo para a Câmara de Lisboa. Se vencer as eleições autárquicas, o candidato socialista destaca duas prioridades: a construção de novas creches e uma aposta reforçada na rede de transportes públicos.
Com «rigor» e «transparência», António Costa admitiu que estão criadas as bases para pensar no futuro em que a mobilidade é um ponto forte, com a criação de novas redes de transportes públicos. Na apresentação do seu programa de recandidatura, o autarca deu ainda destaque à reabilitação urbana, prometendo criar quotas de habitação acessíveis aos jovens e à classe média.
Igualmente a pensar nas famílias e nos mais velhos, o programa «Unir Lisboa» prevê cinco residências assistidas para os idosos, 750 camas em unidades de cuidados continuados e novas creches.
«Uma cidade de pessoas para as pessoas». Foi com este mote que António Costa concluiu a apresentação do programa perante uma plateia preenchida de apoiantes.
Ouvir aqui
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Programa de António Costa: falar da cidade, à cidade e para a cidade
No esplendoroso e empblemático espaço que é o Museu da Electricidade, António Costa apresentou o seu Programa para a cidade perante uma vastíssima audiência determinada a cumprir com António Costa o seu maior desígnio: UNIR LISBOA. O slogan passou a ter sentido e a fazer sentido. Se as pessoas são o coração de Lisboa, a voz de António Costa ergueu-se, firme e clara, para falar à inteligência e ao coração das pessoas.Uma referência obrigatória para quem esteve e não esteve: a exemplar coesão do trabalho prévio de uma equipa inteira que se adivinhava em cada entrelinha do espaço e do tempo. PARABÉNS!
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
domingo, 30 de agosto de 2009
O preço da política sem ética..Quem paga? Os lisboetas.
No coração de Alfama, um dos bairros-mártir do falhanço clamoroso das políticas de reabilitação urbana de Pedro Santana Lopes, António Costa foi claro em definir a sua primeira medida como futuro presidente da CML. Trata-se afinal de ultrapassar o bloqueio provocado pelo chumbo que o PPD/PSD impôs na Assembleia Municipal a este programa de emergência que visa concluir as obras de reabilitação urbana lançadas por anteriores executivos, de forma irresponsável, e que acabaram por abandonar por falta de dinheiro para a sua execução.
(...) Recorde-se que Paula Teixeira da Cruz, a presidente da actual AML, foi a única deputada municipal do PSD que votou favoravelmente a proposta, distanciando-se da irresponsabilidade manifestada pela bancada do PPD/PSD (...)
sábado, 29 de agosto de 2009
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Os Jardins de Lisboa

Jardim das Amoreiras com novo quiosque e esplanadaJá abriu o novo quiosque do jardim Marcelino Mesquita (Jardim das Amoreiras). O novo espaço, que dispõe de uma ampla zona de esplanada, vai certamente trazer maior dinamização a este jardim.
A colocação deste modelo de quiosques, modelo Olisipo, permite equipar ainda os jardins com casas de banho públicas, suprimindo assim a falta destes equipamentos no espaço público.
Recorde-se que o Jardim das Amoreiras não dispunha de um estabelecimento com estas características desde Janeiro de 2007, altura em que o quiosque existente neste local foi encerrado por falta de condições. Este quiosque foi posteriormente recuperado e colocado no Largo Camões onde está a funcionar.
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
António Costa - Um compromisso para o futuro da cidade
Carta Estratégica de Lisboa -Um Compromisso para o Futuro da Cidade Será um instrumento para a concretização de um importante conjunto de projectos estruturantes para melhor viver em Lisboa, que nos permita fazer a condução do desenvolvimento urbano sustentável da cidade.
António Costa
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Como criar um modelo de Governação eficiente, participado e financeiramente sustentado?
(...)
2. Governança
3. Capital Sócio-Cultural
4. Recursos para uma Governação Moderna e Eficaz
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
(Os espaços verdes de regresso aos) jardins de Lisboa


Jardim Botto Machado renasce com nova imagem
Espaço verde no Campo de Santa Clara reabre com quiosque, esplanada e jardim infantil
Depois de anos entregue ao abandono e ao vandalismo, o Jardim Botto Machado, em Lisboa, reabriu com outras condições. Mas há quem se queixe dos cães que sujam a relva e da escasssez de casas de banho.
É um renovado espaço verde, junto ao Panteão Nacional (onde repousa Amália Rodrigues) e ao Campo de Santa Clara onde, duas vezes por semana se ergue a Feira da Ladra. Há uns meses, o Jardim Botto Machado era uma zona suja, descuidada, perigosa até. Agora reabriu com nova iluminação, novos canteiros e vegetação, um parque infantil e um quiosque com esplanada.
"Está muito mais convidativo", diz, ao JN, Vítor Agostinho, o presidente da Junta de Freguesia de São Vicente de Fora (CDU). O autarca sublinha que o objectivo, agora "é ocupar os espaços públicos para que não seja o vandalismo a ocupá-los". "Vamos ver até onde conseguimos ir e é essa a nossa preocupação", acrescenta.
A intervenção teve um custo de cerca de 260 mil euros (abaixo dos 317 mil euros previstos) que foi suportado pelas contrapartidas financeiras do Casino Lisboa, tal como confirmou, ao JN, Sá Fernandes, vereador do Espaço Público e Espaços Verdes da Câmara Municipal de Lisboa (CML).
O presidente da Junta de São Vicente lamenta que a CML "não tenha levado em conta algumas propostas nossas". Todavia, recusou-se a especificar "porque o mais importante é termos agora um jardim com muito melhores condições ".
(...) "É muito importante do ponto de vista de intervenção cultural na nossa freguesia e todos os moradores vão ganhar com isso", frisa. Ver mais aqui
domingo, 23 de agosto de 2009
sábado, 22 de agosto de 2009
Como tornar Lisboa uma cidade ambientalmente sustentável e energeticamente eficiente?
Hoje em dia, é sabido que o crescimento económico e social está fortemente dependente da energia e que as questões energéticas estão intimamente relacionadas com as questões ambientais. Assim, é necessário procurar estabelecer políticas concertadas que conduzam simultaneamente à sustentabilidade ambiental e à eficiência energética.No Concelho de Lisboa o consumo total de energia primária ascende a cerca de 15 000 GWh, o que corresponde a aproximadamente 6% do consumo de Portugal Continental e a 32% do consumo de energia primária do distrito de Lisboa. Isto para apenas cerca de 550 mil habitantes (em 2002) contra os 9,930 milhões que residiam em Portugal Continental e os 2 milhões da Grande Lisboa.A electricidade representa, por si só, cerca de 41% do consumo de energia primária no Concelho, seguindo-se o gasóleo (23%), as gasolinas (16%), o fuelóleo (8%), o gás natural (8%) e, por último, os gases de petróleo liquefeito (GPL – butano e propano) que representam menos de 3% do consumo. É, assim, expectável que cerca de 46% do consumo de energia primária seja imputável aos edifícios, principais responsáveis pelo consumo de energia eléctrica. Assumem particular destaque os edifícios de serviços que são responsáveis por 65% dos consumos do parque edificado do Concelho. Os transportes são os segundos maiores responsáveis pelo consumo de energia primária, somando 42%. Segue-se a indústria cujo peso é de apenas 10% e, por último surgem outras utilizações que correspondem a 2% dos consumos energéticos. No que toca ao sector dos transportes é de salientar que em apenas uma década, entre 1992 e 2002, a taxa de motorização, em Lisboa, sofreu um forte aumento passando de 444 veículos por 1000 habitantes para 672 veículos por 1000 habitantes. Facto que, aliado à dispersão residencial, justifica em parte o grande número de viagens motorizadas realizadas diariamente em transporte individual na cidade de Lisboa. De facto, num total de mais de 850 mil viagens realizadas diariamente, cerca de 40% são feitas exclusivamente em transporte individual. Para além de problemas de congestionamento e da necessidade de espaço para estacionamento, o excesso de carros em circulação acarreta graves problemas de poluição urbana. Lisboa é, das capitais europeias, uma das que apresenta pior qualidade do ar sobretudo no que toca aos níveis de partículas inaláveis da atmosfera. Torna-se então premente a necessidade de alterar esta situação, com importância para o desempenho ambiental do país mas também para a promoção da saúde pública. Resumindo, e tendo em consideração o que anteriormente foi apresentado, torna-se fundamental que se identifiquem soluções de ruptura que levem a cidade de Lisboa a atingir maiores níveis de sustentabilidade energética e ambiental. Tiago Farias
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Como tornar Lisboa uma cidade amigável, segura e inclusiva para todos?
O que podemos entender hoje por "cidade para todos"? O que podemos entender hoje por “cidade para todos”? Esta pergunta parte de uma premissa escondida. E justa: o reconhecimento de que a cidade não é, ou não consegue, ser para todos. Quem está excluído da cidade, então? As pessoas que, em algum aspecto decisivo da sua identidade e vida, pertencem a categorias que estão excluídas do acesso, usufruto ou consumo de espaços, bens, serviços e símbolos da cidade e da cidadania(...). Uma “cidade para todos” só pode ser conseguida se se identificarem como alvos de intervenção inclusiva as categorias que se encontram material e/ou simbolicamente discriminadas, isto é, transformadas e reproduzidas enquanto minorias demográficas e/ou sociais. Não é preciso investigar muito para perceber que, à semelhança do resto do país, a marginalização e a discriminação afectam sobretudo as seguintes categorias: os pobres, as mulheres, os imigrantes, os grupos étnicos diferenciados como os ciganos, as pessoas racializadas enquanto negras, as confissões não católicas, os idosos, os deficientes, e a população LGBT(...). O município, à semelhança do estado, deve dar o exemplo – na sua política de contratação, na promoção da visibilidade das pessoas pertencentes a categorias discriminadas, na implementação de uma política de reconhecimento, na estratégia de comunicação para o público e os media. De seguida, incentivando serviços municipais dirigidos especificamente ao apoio e empowerment das identificações acima enunciadas, à semelhança do que acontece noutras cidades e regiões; alternativamente, gerando ao nível municipal aquilo que ainda não se logrou concretizar ao nível nacional: uma agência ou autoridade para a igualdade, com a capacidade de estudar, apoiar, e intervir. E, por fim, aplicando aqueles princípos de mainstreaming e a experiência recolhida do contacto directo com as populações-alvo através dos serviços referidos, à implementação de boas práticas nos vários campos de intervenção – do urbanismo à cultura, passando pelos serviços sociais(...). As cidades, sobretudo capitais, têm mais potencial para criar dinâmicas políticas inovadoras do que os países, por razões de escala e por razões de qualidade específica dos seus processos sociais (...). Em Lisboa poder-se-ia apostar nessa dinâmica, à semelhança, por exemplo, de Barcelona. Como abordar o arco de problemas e potenciais conexos que ligam pobreza, idade avançada, deficiência e fuga dos jovens da cidade, de formas que ligassem política de habitação, de apoio social, de emprego e de revitalização de bairros? (...) Certamente que são problemas e potenciais complexos. Mas o primeiro passo não deveria ser performativo? Isto é,(...) instituindo a vontade política municipal de estar pró-activamente aberta para ouvir os problemas dos discriminados, para os encaminhar para a resolução de problemas, para os convidar para a definição de políticas, para gerar em parceria boas práticas concretas, e para se anunciar, à cidadania e ao mundo, como cidade diversa, cosmopolita e apostada na Igualdade? Miguel Vale de Almeida quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Cor de Lisboa, Luz de Lisboa, Sol de Lisboa
Áreas de reabilitação urbana: respeitar os residentes e acolher os novos habitantes
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Como transformar Lisboa?
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Um sonho e uma visão para Lisboa
A cidade requer soluções simples e criativas(...). É necessária uma vontade politica solidária - tanto mais pertinente quando se aproximam as eleições autárquicas de Outubro - e a adopção de soluções simples e criativas. Foque-se o retrato de família e volte-se à lição de Jaime Lerner. Encontremos um sonho colectivo a que nos dediquemos profundamente... e logo que se proporcionar, um pouco só que seja desse sonho, não mais o abandonemos. Carta estratégica Lisboa - 2010-2024: 14 anos para conquistar o futuro!
Esta pergunta tem subjacentes três objectivos considerados fundamentais para o futuro de Lisboa: reabilitar e qualificar o ambiente físico da cidade; inverter a tendência de perda de população e, em especial, das faixas etárias mais jovens; e reduzir as amplas assimetrias sociais patentes actualmente em Lisboa, reforçando a presença da classe média e melhorando a qualidade de vida dos grupos mais vulneráveis.
Dar resposta a estes objectivos representa um grande desafio para cidade. Com efeito, o alto ritmo de perda de população em Lisboa mantém-se constante há três décadas; o índice de envelhecimento populacional fixa-se em valores cada vez mais elevados; coexistem os mais altos rendimentos per capita, o maior poder de compra e as mais altas qualificações da população a nível nacional, com áreas de concentração de problemas e carências socioeconómicas; e à degradação física de muito do património construído não tem correspondido a necessária dinâmica de reabilitação.
Dar resposta à pergunta “Como recuperar, rejuvenescer e equilibrar socialmente a população?” implica assim reflectir sobre o modo de inverter tendências que se verificam de forma persistente há décadas. Tendo consciência do enorme desafio que tal representa, inicia-se assim, no âmbito da Nova Carta Estratégica de Lisboa, um processo de reflexão e debate aberto e alargado sobre o modo alcançar estes grandes objectivos. Considera-se que este processo tem de ser feito por toda a cidade, de forma partilhada e participada, já que todos terão de dar o seu contributo para que uma Lisboa rejuvenescida, habitada, recuperada e coesa se possa tornar em realidade.
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
O futuro em Lisboa
No coração de Alfama, um dos bairros-mártir do falhanço clamoroso das políticas de reabilitação urbana de Pedro Santana Lopes, António Costa foi claro em definir a sua primeira medida como futuro presidente da CML. Trata-se afinal de ultrapassar o bloqueio provocado pelo chumbo que o PPD/PSD impôs na Assembleia Municipal a este programa de emergência que visa concluir as obras de reabilitação urbana lançadas por anteriores executivos, de forma irresponsável, e que acabaram por abandonar por falta de dinheiro para a sua execução.
Trata-se de um vasto programa de pequenas empreitadas, passível de ser executado por pequenas e micro-empresas e que, constitui também por isso, um importante estímulo para esse tipo de empresas num momento difícil provocado pela crise internacional. O programa poderá proporcionar 5000 postos de trabalho, o que ressalva ainda mais a sua importância neste momento na cidade e no País.
Recorde-se que Paula Teixeira da Cruz, a presidente da actual AML, foi a única deputada municipal do PSD que votou favoravelmente a proposta, distanciando-se da irresponsabilidade manifestada pela bancada do PPD/PSD. No próximo mandato, será então possível, com uma nova maioria na Assembleia Municipal, dar este passo da maior importância para Lisboa e para os nossos bairros. Ler aqui
domingo, 16 de agosto de 2009
"Viver (em) Lisboa"
Os resultados deste estudo, elaborado pela autarquia em conjunto com uma equipa do Instituto Superior Técnico e a que a Lusa teve acesso, reforçam a necessidade de apostar na reabilitação e no mercado de arrendamento, à semelhança do já definido nas medidas propostas no Programa Local de Habitação (PLH) de Lisboa. Os dados recolhidos no estudo "Viver Lisboa" reforçam os que haviam sido recolhidos pelo inquérito da Marktest em Fevereiro deste ano e que indicavam que quem mora na Área Metropolitana de Lisboa e quer mudar de casa escolheria a capital, apontando a proximidade do local de trabalho como um dos factores mais importantes na escolha da habitação. SO, Lusa, 14-08-2009
"Os partidos também não morrem quando fazem coligações"
Porque Lisboa é (mesmo) muita gente
Para conhecermos melhor o nosso candidato...
Vejam aqui a entrevista ao "i", que o Luís Coelho me deu a conhecer.sexta-feira, 14 de agosto de 2009
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Sempre com a porta aberta para o mundo
MagritteDesculpa Raúl, meu Principe, mas estou sem inspiração...
Sinto-me feliz por no nosso último encontro no Martinho da Arcada me ter despedido de ti com um grande abraço e muitos beijinhos, sabe-se lá porquê, mas foi assim.
Estava muito longe quando nos deixaste e não pude partilhar a despedida com a imensidão de Amigos que te choram, como se esse choro colectivo aliviasse mais a nossa dor.... Assim procuro essa "vírgula no tempo" em que acredito nos possamos reencontrar e eu ouvir mais uma vez as histórias infindáveis de sabedoria com que nos presenteavas fora de cena nos nossos intervalos do "Magnífico Reitor". Tu o Príncipe, nós as "meninas", no aconchego do teu camarim, sempre com a porta aberta para o Mundo.
Obrigada Raúl.
Ângela Pinto
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
O Capitólio passa a ser Raul Solnado
A Sociedade Portuguesa de Autores propôs hoje a "atribuição urgente" do nome do actor Raul Solnado a "um teatro de referência no quadro da vida artística lisboeta", nomeadamente o Teatro Capitólio.
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Uma vírgula no tempo - Raul Solnado
Eduardo LuísUm Vazio no Tempo” , texto escrito por Raul Solnado
“Numa das últimas vezes que estive na Expo de Lisboa, descobri estranhamente uma pequena sala completamente despojada, apenas com meia dúzia de bancos corridos. Nada mais tinha. Não existia qualquer sinal religioso e por essa razão pensei que tinha descoberto que aquele espaço se tratava de um templo grandioso.
“Quase como um espanto, senti uma sensação que nunca sentira antes e, de repente, uma enorme vontade de rezar não sei a quê ou a quem. Fechei os olhos, apertei as mãos, entrelacei os dedos e comecei a pensar uma emoção rara, um silêncio absoluto e tudo o que pensava só podia ser trazido por um Deus que ali deveria viver e que me ia envolvendo no meu corpo amolecido. O meu pensamento aquietou-se naquele pasmo deslumbrante, naquela serenidade, naquela paz.
“Quando os meus olhos se abriram, aquele meu Deus tinha desaparecido em qualquer canto que só ele conhece, um canto que nunca ninguém conheceu, e quando saí daquela porta, corri para a beira do Tejo para dar um berro de gratidão com a minha alma e sorri para o Universo.
“Aquela vírgula no tempo, foi o mais belo minuto de silêncio que iluminou a minha vida, que me fez reencontrar, e que me deu a esperança de que num tempo que seja breve, me volte a acontecer.
Raul Solnado
O melhor amigo
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Morreu um companheiro, direi um camarada
Por memória: nem queiram saber o que foi corajosamente exaltante ridicularizar o conceito da Guerra durante a guerra colonial; nem queiram saber o que foi corajosamente exaltante resistir à/na a Guerra Colonial. Exaltante e perigoso!
Para quem tem por paradigma o lucro e a estupidificação, morreu um subversivo. Para quem tem por valor o respeito pela solidariedade e pela fraternidade, morreu um companheiro, um amigo, direi um camarada.
Obrigado Raul. Fernando Vicente
Quem nos avisa...
Se as eleições autárquicas se ganhassem na blogosfera, Pedro Santana Lopes, estaria hoje mais bem posicionado para ser o vencedor. O seu "Lisboa com Sentido" é, enquanto meio de comunicação política, em quase tudo o que se refere à comunicação audiovisual, no grafismo, no dinamismo e interactividade, melhor que o blogue de cidadãos que apoiam António Costa. Sem dúvida que Lisboa Com Sentido é um blogue oficial de campanha e que o CLAC, é um blogue de cidadãos sendo nesse aspecto muito mais rico de conteúdo do que Lisboa com Sentido. Sem dúvida. No entanto, depois do primeiro-ministro ter colocado a blogosfera no centro da comunicação política, António Costa não se pode permitir à veleidade de não ter um blogue oficial da sua campanha. O esforço que a cidade e os seus cidadãos fazem é uma coisa. A forma como os candidatos assumem a sua presença em todas as plataformas de comunicação política é outra. A cidade, o governo da cidade é demasiado importante para a deixar à mercê de um politico que, como Santana Lopes, protagonizou uma gestão tão incapaz para a cidade de Lisboa.
Um poema para Raul Solnado - Inês Ramos
Pelo sonho é que vamos,
comovidos e mudos.
Chegamos? Não chegamos?
Haja ou não haja frutos,
pelo sonho é que vamos.
Basta a fé no que temos.
Basta a esperança naquilo
que talvez não teremos.
Basta que a alma demos,
com a mesma alegria,
ao que desconhecemos
e ao que é do dia a dia.
Chegamos? Não chegamos?
- Partimos. Vamos. Somos.
Sebastião da Gama
...é para estar com os outros
Uma vez ouvi-o dizer que lia para poder conversar com os amigos. Achei uma curiosa demonstração de curiosidade intelectual. E concordo em absoluto com Raúl Solnado. Afinal, para que é que a gente faz seja o que for? É para estar com os outros. A literatura é uma excelente maneira de estimular convívio. Obrigado, Raúl. José Teófilo Duate, BlogOperatório
Agora Acontece com Raul Solnado OBRIGATÓRIO!
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O amigo Carlos Pinto Coelho enviou-nos esta preciosidade que aqui reproduzimos, de um dos programas Acontece.
Obrigada, Carlos!
Um homem inteiro
Todos ficámos com um pouco do Raul Solnado
Obrigado! Paulo Pimentel
É um dos heróis do nosso tempo
Um dia, uma senhora que o reconheceu, disse-lhe da sua gratidão pelo que ele era e pelo que lhe tinha dado ao longo da vida. Disse-lhe ainda que, o seu nome era o LUAR E O SOL NASCIDOS (luar é a leitura de Raul pela ordem inversa das letras, mais sol+nado). Fui testemunha da sua surpresa e da resposta envergonhada e comovida. Disse que era a ironia da vida.
Sem pieguices e exageros muito próprios destas situações, direi:
É UM DOS HERÓIS DA NOSSO TEMPO. Pela arte e pelo magnífico ser humano.
Não há muitas palavras para dizer da minha gratidão.
José António tavares
domingo, 9 de agosto de 2009
Estarás connosco para celebrara a vitória!
Tive o prazer de o conhecer pessoalmente em Abril deste ano quando lhe dirigi o convite para ser um dos primeiros 208 proponentes do Apelo à Convergência de Esquerda para as eleições na CML Lisboa, repto que aceitou de imediato, consciente de que teríamos pela frente um quadro político difícil que só a unidade das forças de esquerda poderia ultrapassar.
(...) Quando em 14 de Julho foi lançado o CLAAC, Solnado esteve presente no Martinho da Arcada. Tive a sorte de ficar a seu lado (...). A última vez que falámos por telefone disse entusiasmado: «a candidatura está muito bem lançada!»
É verdade, meu amigo. E no próximo dia 11 de Outubro estarás connosco para celebrar a vitória, que é tua também. Estarás sempre presente.
E agora, «façam o favor de ser felizes!» como diria o Raul.





