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sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Lisboa, nossa casa, nossa causa

Caros amigos

Pela CLAC- Cidadãos Lisboetas Apoiam António Costa – queremos agradecer à equipa que tornou possível este projecto cuja identificação e contactos se encontrará no próximo post.

Claro que, para além dos nomes que aqui figuram, existiu uma orquestra invisível, cujos executantes foram vitais para Lisboa ser nossa. Bastará ver que teminámos o blogue com cerca de 29000 visitas e 1377 assinaturas.

Trouxeram conselhos, palavras amigas, (muita) gente, pensamentos e opiniões, mobilizaram recursos e serviram esta causa como Cidadãos exemplares que são.

Por isso, queremos dizer “obrigada!”. Por não nos deixarem sós à frente desta batalha. Pelo apoio e confiança com que nos seguiram, dando a cara, o corpo e a voz em cada momento.

Unimo-nos a António Costa, Cidadãos Por Lisboa e Lisboa é Muita Gente, convictos de que, nas suas mãos, se deposita um futuro de esperança para a cidade onde todos um dia possamos ser mais senhores da nossa terra, qualquer que seja o nosso credo, a nossa cor ou a nossa condição.

Por isso, este pode ser um re-começo da Cidade. Vamos estudar uma forma de converter as sinergias agora criadas, aproveitando o espaço de discussão pública, clara e amiga da cidade que aqui ajudámos a criar.

Só com uma cidadania activa poderá ser verdade o nosso slogan “Lisboa, nossa casa nossa causa”.
Obrigada a todos! Parabéns a todos!

Abraço solidário

Armandina Maia

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

António Costa, uma questão de confiança

António Costa venceu, com todo o mérito e com toda a justiça, a batalha de Lisboa.

Pelo diálogo que soube estabelecer com outros parceiros - Cidadãos por Lisboa e Lisboa é Muita Gente - pela extraordinária força que irradia, pela seriedade dos seus mínimos actos, pelo olhar limp(íd)o que lhe conhecemos. Sem artefactos, sem pose, de mangas arregaçadas para o trabalho, António Costa é um político com qualidades mas, acima de tudo, de qualidade. Uma qualidade que escasseia em todo o mundo político.

Foi neste contexto que nasceu a CLAC. Tentando passar palavra, "Costa é um homem sério", galgámos fronteiras nunca imaginadas, mobilizando cidadãos para esta vitória. Sabemos que, com base na confiança, votou muita gente que não iria votar. "O Costa é um homem sério" foi assumido por todos os apoiantes da CLAC, levando muitos jovens a fazer campanha, de modo (in)visível, nas redes sociais, pelo seu candidato: António Costa.

Neste sentido, para a CLAC, foi uma dupla vitória: servir aqueles em que acreditamos e gerar uma força colectiva capaz de interceder no fatalismo das coisas.

Agradecemos aos elementos da campanha que nos acompanharam, agradecemos a Helena Roseta, José Sá Fernandes e, claro, a António Costa o reconhecimento público com que nos brindaram.

Parabéns a todos!
Armandina Maia

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Lisboa escrita nas paredes do futuro

vídeo: Alberto José David
letra e música: Ary dos Santos e Paulo Carvalho
voz: Paulo de Carvalho

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

domingo, 4 de outubro de 2009

O drama de um homem só

O drama de um homem só é um texto de leitura obrigatória, no (novo) blogue de campanha de Helena Roseta que, evidentemente, irá adicionar-se aos nossos links. Oportuno, com importantes contributos e com sentido estético à prova de bala. Parabéns!

http://adiferencaemlisboa.blogspot.com/

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Os "famosos" votos contra

Câmara aprova modelo urbano para Parque Mayer

Executivo municipal aprova também planos para os bairros de Azinhaga da Torre do Fato, Azinhaga dos Lameiros, Quinta do Olival e Galinheiras.
A Câmara de Lisboa aprovou numa reunião de ontem o modelo urbano para o Parque Mayer e para o Jardim Botânico do arquitecto Aires Mateus. A proposta foi aprovada com os votos contra do "movimento Lisboa" com Carmona e do PSD.
A discussão sobre o plano para o Parque Mayer ficou marcada pela questão da titularidade dos terrenos, actualmente da autarquia, mas que uma acção em tribunal poderá ditar a reversão para o antigo proprietário, a empresa Bragaparques.
"A decisão não foi tomada à pressa. Foi tomada logo no início do mandato, com a realização de um concurso de ideias", afirmou António Costa, quando confrontado com as críticas da candidatura de Santana Lopes, que defendeu que o executivo devia "assumir que se encontra em gestão" e não aprovar "medidas estruturantes".
No mesmo encontro, a CML aprovou os planos de pormenor para quatro bairros degradados. Azinhaga da Torre do Fato, Azinhaga dos Lameiros, Quinta do Olival e Galinheiras foram as " áreas urbanas de génese ilegal" contempladas pela autarquia que não tinham licença camarária.
Estas quatro áreas fazem parte de um grupo de dez onde vivem cerca de 25 000 famílias e que serão reconvertidas, a maior parte das quais melhoradas em conjunto com os proprietários, segundo a agência Lusa.
A vereadora Helena Roseta - do movimento "Cidadãos por Lisboa" - lembrou a necessidade de garantir nesta reconversão o realojamento dos moradores. A vereadora responsável pelo pelouro da Habitação Social, a socialista Ana Sara Brito, defendeu que a autarquia deve negociar com os proprietários uma parte da responsabilidade dos realojamentos(...). O início da reunião camarária ficou marcado por protestos da oposição, em especial do PSD, que considerou não ser correcto "a um mês das eleições" analisar matéria de planeamento no encontro.
"Deliberar sobre planos que têm de vir à nova câmara é uma fraude", afirmou a vereadora social-democrata Margarida Saavedra. "Podemos votar todos os planos, mas a próxima Assembleia Municipal tem de os devolver", acrescentou.
António Costa lembrou que nenhuma deliberação se destina a submeter à Assembleia Municipal e afirmou que, nalguns casos, legalmente a autarquia só era obrigada a pronunciar-se após o parecer da Comissão de Coordenação Regional.


FILIPA AMBRÓSIO DE SOUSA


http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1357421&seccao=Sul

domingo, 16 de agosto de 2009

"Os partidos também não morrem quando fazem coligações"

Cidadãos por Lisboa: a primeira entrevista a Helena Roseta após o acordo com António Costa. Ler aqui