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sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Os Jardins de Lisboa


Jardim das Amoreiras com novo quiosque e esplanada

Já abriu o novo quiosque do jardim Marcelino Mesquita (Jardim das Amoreiras). O novo espaço, que dispõe de uma ampla zona de esplanada, vai certamente trazer maior dinamização a este jardim.
A colocação deste modelo de quiosques, modelo Olisipo, permite equipar ainda os jardins com casas de banho públicas, suprimindo assim a falta destes equipamentos no espaço público.
O vereador José Sá Fernandes congratula-se com mais esta abertura, integrada na estratégia do Município de recuperação e dinamização dos jardins, miradouros e espaço público de Lisboa. Depois dos três quiosques recuperados e inaugurados nos Jardins do Príncipe Real (França Borges), Praça das Flores e Praça Luís de Camões; do quiosque do jardim e miradouro de Botto Machado, abre agora mais este espaço.
Recorde-se que o Jardim das Amoreiras não dispunha de um estabelecimento com estas características desde Janeiro de 2007, altura em que o quiosque existente neste local foi encerrado por falta de condições. Este quiosque foi posteriormente recuperado e colocado no Largo Camões onde está a funcionar.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

(Os espaços verdes de regresso aos) jardins de Lisboa














Jardim Botto Machado renasce com nova imagem

Espaço verde no Campo de Santa Clara reabre com quiosque, esplanada e jardim infantil

Depois de anos entregue ao abandono e ao vandalismo, o Jardim Botto Machado, em Lisboa, reabriu com outras condições. Mas há quem se queixe dos cães que sujam a relva e da escasssez de casas de banho.
É um renovado espaço verde, junto ao Panteão Nacional (onde repousa Amália Rodrigues) e ao Campo de Santa Clara onde, duas vezes por semana se ergue a Feira da Ladra. Há uns meses, o Jardim Botto Machado era uma zona suja, descuidada, perigosa até. Agora reabriu com nova iluminação, novos canteiros e vegetação, um parque infantil e um quiosque com esplanada.
"Está muito mais convidativo", diz, ao JN, Vítor Agostinho, o presidente da Junta de Freguesia de São Vicente de Fora (CDU). O autarca sublinha que o objectivo, agora "é ocupar os espaços públicos para que não seja o vandalismo a ocupá-los". "Vamos ver até onde conseguimos ir e é essa a nossa preocupação", acrescenta.
A intervenção teve um custo de cerca de 260 mil euros (abaixo dos 317 mil euros previstos) que foi suportado pelas contrapartidas financeiras do Casino Lisboa, tal como confirmou, ao JN, Sá Fernandes, vereador do Espaço Público e Espaços Verdes da Câmara Municipal de Lisboa (CML).
O presidente da Junta de São Vicente lamenta que a CML "não tenha levado em conta algumas propostas nossas". Todavia, recusou-se a especificar "porque o mais importante é termos agora um jardim com muito melhores condições ".
(...) "É muito importante do ponto de vista de intervenção cultural na nossa freguesia e todos os moradores vão ganhar com isso", frisa. Ver mais aqui

CRISTIANO PEREIRA