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quarta-feira, 2 de setembro de 2009

António Costa: uma cidade de pessoas para as pessoas

António Costa aposta na construção de creches e rede de transportes públicos

António Costa apresentou esta quarta-feira o programa de Governo para a Câmara de Lisboa. Se vencer as eleições autárquicas, o candidato socialista destaca duas prioridades: a construção de novas creches e uma aposta reforçada na rede de transportes públicos.

Com «rigor» e «transparência», António Costa admitiu que estão criadas as bases para pensar no futuro em que a mobilidade é um ponto forte, com a criação de novas redes de transportes públicos. Na apresentação do seu programa de recandidatura, o autarca deu ainda destaque à reabilitação urbana, prometendo criar quotas de habitação acessíveis aos jovens e à classe média.
Igualmente a pensar nas famílias e nos mais velhos, o programa «Unir Lisboa» prevê cinco residências assistidas para os idosos, 750 camas em unidades de cuidados continuados e novas creches.
«Uma cidade de pessoas para as pessoas». Foi com este mote que António Costa concluiu a apresentação do programa perante uma plateia preenchida de apoiantes.

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domingo, 30 de agosto de 2009

O preço da política sem ética..Quem paga? Os lisboetas.

Este post já foi aqui publicado. Com a sua re-publicação pretende-se lembrar o papel da Assembleia Municipal (da qual se exclui Paula Teixeira da Cruz) na Reabilitação Urbana de Lisboa. A coligação partidária dominante (PPD/PSD) "governou" a cidade em função da sua agenda política, sem sombra de sentido ético, num profundo desprezo pelo direito das populações a uma vida (con)digna. Em tempo de promessas eleitorais, é bom lembrar como estas forças serviram a cidade e o país...
31-07-2009 A primeira medida do futuro executivo
Aprovar o Programa de Investimento Prioritário de Apoio à Reabilitação Urbana será a primeira medida do futuro executivo da Câmara Municipal de Lisboa, liderado por António Costa. O anúncio foi feito ontem pelo próprio António Costa na sua intervenção na festa de apresentação dos candidatos UNIR LISBOA.
No coração de Alfama, um dos bairros-mártir do falhanço clamoroso das políticas de reabilitação urbana de Pedro Santana Lopes, António Costa foi claro em definir a sua primeira medida como futuro presidente da CML. Trata-se afinal de ultrapassar o bloqueio provocado pelo chumbo que o PPD/PSD impôs na Assembleia Municipal a este programa de emergência que visa concluir as obras de reabilitação urbana lançadas por anteriores executivos, de forma irresponsável, e que acabaram por abandonar por falta de dinheiro para a sua execução.
(...) Recorde-se que Paula Teixeira da Cruz, a presidente da actual AML, foi a única deputada municipal do PSD que votou favoravelmente a proposta, distanciando-se da irresponsabilidade manifestada pela bancada do PPD/PSD (...)

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Áreas de reabilitação urbana: respeitar os residentes e acolher os novos habitantes

As áreas de reabilitação urbana têm de ser programadas e ordenadas como áreas com identidade própria, que contribuam para a diversidade do tecido urbano, mas igualmente como áreas concorrentes nas suas funções e actividades com as demais áreas urbanas, consolidadas ou em consolidação;
As áreas de reabilitação urbana têm de encontrar, dentro da sua singularidade, a sua vocação numa perspectiva de competitividade urbana solidária, acolher a multifuncionalidade e compactação, afirmar a sua centralidade nas redes de mobilidade;
As áreas de reabilitação urbana têm de respeitar os residentes e acolher os novos habitantes, reforçando o sentimento de comunidade;
As áreas de reabilitação urbana devem constituir escolas de formação e prática cívica - o papel dos equipamentos de ensino e segurança social é central, e a sua localização deve ser privilegiada;
As áreas de reabilitação urbana devem ser modelos de criatividade e qualidade urbana, incluindo os seus serviços urbanos.
Só assim, pela afirmação da sua viabilidade competitiva com as demais áreas urbanas e da sua qualidade, a reabilitação urbana será uma realidade consequente e impulsionadora da cidade do futuro - uma cidade sustentável, compacta, coesa, com uma identidade enriquecida pela sua diversidade e sentido de perenidade.
Pelas competências que detêm e lhes são atribuídas neste diploma, os municípios são os grandes dinamizadores da reabilitação urbana e responsáveis pela sua operacionalização numa visão integrada de desenvolvimento e ordenamento do seu território. Compete-lhes, com inteligência, face aos objectivos da reabilitação urbana, definir a estratégia das ARU e a delimitação das unidades de intervenção em articulação coerente com as demais intervenções no território, e não como programas autónomos.
Vassalo Rosa

domingo, 16 de agosto de 2009

"Viver (em) Lisboa"

Quem mora em Lisboa não quer mudar e quem muda prefere comprar casa


A maior parte dos habitantes de Lisboa não quer viver fora da cidade e mesmo quem admite mudar exclui as freguesias da área histórica e continua a preferir a compra ao arrendamento, conclui o inquérito "Viver Lisboa".
Os resultados deste estudo, elaborado pela autarquia em conjunto com uma equipa do Instituto Superior Técnico e a que a Lusa teve acesso, reforçam a necessidade de apostar na reabilitação e no mercado de arrendamento, à semelhança do já definido nas medidas propostas no Programa Local de Habitação (PLH) de Lisboa. Os dados recolhidos no estudo "Viver Lisboa" reforçam os que haviam sido recolhidos pelo inquérito da Marktest em Fevereiro deste ano e que indicavam que quem mora na Área Metropolitana de Lisboa e quer mudar de casa escolheria a capital, apontando a proximidade do local de trabalho como um dos factores mais importantes na escolha da habitação. SO, Lusa, 14-08-2009
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