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quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Coisas boas para a cidade

Queremos uma cidade de Lisboa que funcione, que se desenvolva em harmonia com as suas gentes e com os pés assentes na terra. Não queremos uma cidade de "fotonovela" esventrada de túneis "cor de rosa" e falida. Queremos ainda uma cidade que não seja refém de interesses particulares, de conjuntura volátil e de vaidades desmesuradas, é esse ego imenso de PSL que faz mal a esta cidade, que não é sua nem deve ser descaracterizada ao sabor dos seus caprichos.

Mas também queremos uma cidade ambiciosa, centrada nas pessoas, dando-lhes espaço de intervenção e dinamizando as suas iniciativas, criando as condições para a inovação, que atraia uma nova geração de habitantes e as suas empresas e que respeite e valorize o enorme património dos mais velhos. Uma cidade onde se viva e trabalhe com exigência mas com prazer de viver. António Costa tem a visão e capacidade de execução num projecto inclusivo, sem excluir ninguém e que fomente a participação de todos.

Esta semana lembramos coisas boas para a cidade:

- A requalificação do Bairro da Liberdade, em Campolide, pretende-se acabar com a situação de ruína generalizada e aumentar os níveis de segurança.

- Terraços do Carmo, nas velhas garagens das traseiras do quartel da GNR vai nascer um novo espaço de esplanada que, posteriormente, será unido ao Chiado. Vai haver ligação entre o Carmo e o Chiado através de uma escadaria, projectada pelo arquitecto Siza Vieira.

- O antigo armazém Lazeite será demolido, de forma a permitir que a Avenida Santos e Castro possa ser completada. Depois de seis anos de marasmo e inacção, conseguiu-se finalmente garantir a ligação da Alta de Lisboa ao resto da cidade.

- Assinado acordo com a REN para a construção do último troço do Corredor Verde.

- Inauguração de uma nova ponte pedonal, que também será ciclável, na radial de Benfica.

- Inauguração da pista ciclável ribeirinha, que liga Belém ao Cais de Sodré. São sete quilómetros da pista que, ao longo do percurso, tem frases de Fernando Pessoa..
Portugal tem condições privilegiadas, Lisboa é uma cidade privilegiada... Vamos Unir Lisboa.

Ver blogue UNIRLISBOA aqui

terça-feira, 4 de agosto de 2009

António Costa, um homem de palavra 2007-2009

A imagem é de 2007.
Pequena, mas com uma mensagem claríssima: arrumar a casa, pôr a Câmara a funcionar, projectar o futuro!
Ou seja, há dois anos, António Costa já tinha um rumo para a Lisboa.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

sexta-feira, 24 de julho de 2009

António Costa, em defesa da cidadania

Antonio Costa é para mim nesta conjuntura , o cidadão e candidato, mais indicado para poder levar para diante a vitoria das ideias democráticas, republicanas e de defesa da cidadania em Lisboa, ligando a cidade ao futuro, tornado-a uma capital cosmopolita, ligada à Península Ibérica, à Lusofonia e ao Mundo globalizado.
As suas políticas estruturantes merecem o meu apoio, assim como aquelas de índole social, viradas para o bem estar do cidadão, sem esquecer todas as minorias de Lisboa que são muitas, algumas verdadeiramente históricas, e devem merecer o respeito de todos.
Votarei nele sem dúvida nenhuma, olhando para o futuro!
António Serzedelo

Faltar à verdade é (muito) feio!



Se fecharmos os olhos, é mais suportável....

terça-feira, 21 de julho de 2009

António Costa: cinco desígnios por e para Lisboa

António Costa quer novas linhas de Metro

Criação de rede de eléctricos rápidos, ligação da linha vermelha do metro a Alcântara, Ajuda e Restelo e ligar o metro dos Olivais à Alta de Lisboa, Lumiar, Telheiras, Carnide e Benfica foram as novidades anunciadas por António Costa, na sua recandidatura à CML.
O candidato (...) não apresentou plano de governo, mas cinco desígnios: mobilidade e limpeza, repovoar Lisboa, construir escolas e infra-estruturas de apoio e tornar a capital sustentável do ponto de vista ambiental e económico, atraindo investimento e reforma administrativa com descentralização de competências do estado para a CML, e da CML para as juntas de freguesia.

"Fizemos com que em Lisboa houvesse mais vida para além do défice", diz António Costa referindo o tema das contas deixadas por Pedro Santana Lopes "que paralisaram a CML", ao que acrescem os processos judiciais, e o "caos urbanístico".

António Costa diz ainda que "Lisboa precisa de uma câmara capaz de governar e de uma câmara capaz de governar, e de uma liderança que garanta a estabilidade".

Alexandra Almeida Ferreira

sexta-feira, 17 de julho de 2009

quinta-feira, 16 de julho de 2009

A CLAAC em toda a parte - Intelectuais criam movimento de apoio a António Costa

O Raul Solnado, disse no dia do lançamento da CLAAC, que podíamos fazer uma equipa de futebol, porque já tínhamos a claque.

Nem de propósito , vejam o que se escreveu aqui
Intelectuais criam movimento de apoio a António Costa
Por RedacçãoNasceu o movimento Cidadãos Lisboetas Apoiam António Costa, ou, na sigla, CLAC. É promovido por 120 intelectuais que, em manifesto, dizem que o que está em causa nas autárquicas é o regresso «aos tempos do descrédito, do endividamento, das cumplicidades fraudulentas».«Costa tem a intelligentsia do lado dele», disse Eduardo Pitta, um dos subscritores do movimento. Ao Público, o escritor realçou que o CLAC integra gente de todos os quadrantes: Rui Vieira Nery, musicólogo e antigo secretário de Estado da Cultura num governo do PS, a escritora Lídia Jorge, o actor Raul Solnado, o ensaísta Eduardo Lourenço, Júlia Coutinho, investigadora ligada à Renovação Comunista, ou Carlos Trindade e Diamantino Elias, ambos da CGTP.«Mais do que uma escolha simples entre esquerda e direita, as próximas eleições autárquicas vão ser para Lisboa um momento de opção pelo carácter, pelo rigor, pela capacidade de trabalho, pelo espírito de solidariedade social e pela cidadania responsável, lê-se no manifesto.

O grupo, que se apresentou ontem, terça-feira, reúne-se amanhã com António Costa.
A 5 de Agosto serão apresentadas acções de âmbito cultural para a campanha, em Setembro.

11:07 - 15-07-2009

quarta-feira, 15 de julho de 2009

A União faz a força!

António Costa conta com a nossa força, que é muita.

A nossa lista é já uma boa notícia. O empenho de cada um tem sido vital. Estamos todos de parabéns.


Já gora, não deixem de espreitar o excelente trabalho de Eduardo Pitta:


http://daliteratura.blogspot.com/2009/07/prova-do-delito.html

Passar palavra é preciso

Aqui fica uma menagem muito importante, rigorosa e, já agora, bonita, de Vitor Matias Ferreira, que ontem partilhou o nosso aparecimento, no Martinho da Arcada.
O "espírito de missão" continua a funcionar.
Caras Amigas, Caros Amigos

Reenvio-vos uma mensagem que dá conta de uma reunião em que também estive presente. Eu sei que nem todos vós habita Lisboa e sei também que alguns de vós, ou por cansaço ou por outras razões, não irá votar nas próximas eleições municipais ou então talvez tenham outro candidato...
Mas também ficarão a saber, desde já, o meu apoio muito fraterno ao António Costa, não por ser do PS, mas por ser quem é! (Conheci-o de perto quando, em 1989, eu próprio estive envolvido na campanha de Jorge Sampaio para a Câmara de Lisboa, tendo eu sido eleito para a Assembleia Municipal, como independente, mas em que o António Costa era o lider da bancada do PS em que eu próprio me situava - e dessa experiência cívica, assim a entendi, guardo uma enorme simpatia, cumplicidade e visão política, precisamente de António Costa). Mas não vou multiplicar os adjectivos, somente dar-vos a informação que segue nesta mensagem, com vários endereços e documentos em anexo, para que também seja socializada convosco - a partir daí, "à vous de décider!..."

Saudações amigas
Vítor Matias Ferreira

terça-feira, 14 de julho de 2009

120 intelectuais com António Costa

Manifesto assinado por 120 intelectuais e artistas

António Costa tem "a intelligentsia do lado dele"
14.07.2009 - 21h45 PÚBLICO


Um manifesto assinado por 120 intelectuais de vários quadrantes políticos apoiam a candidatura de António Costa à Câmara Municipal de Lisboa. O movimento Cidadãos Lisboetas Apoiam António Costa (CLAC) defende que o que está em causa nas autárquicas é o regresso “aos tempos do descrédito, do endividamento, das cumplicidades fraudulentas.”“Costa tem a intelligentsia do lado dele”, disse ao PÚBLICO Eduardo Pitta, que também faz parte do movimento. O escritor realça que a lista integra gente de todos os quadrantes políticos, apontando vários nomes da CGTP, como Carlos Trindade, Diamantino Elias, ou referindo-se a pessoas que já apoiaram Pedro Santana Lopes, o candidato da coligação "Lisboa com Sentido".O CLAC nasceu depois da tentativa de uma coligação de esquerda ter falhado, explica Pitta. A sessão fundadora realizou-se hoje no café Martinho da Arcada, em Lisboa. Para além de estar presente o porta-voz do movimento, Rui Vieira Nery, participaram também na sessão a escritora Lídia Jorge, o actor Raul Solnado, o ensaísta Eduardo Lourenço e Júlia Coutinho, esta última investigadora pertencente à Renovação Comunista. Na lista estão diversos nomes ligados à literatura, ao teatro, à música e ao ensino universitário.“Mais do que uma escolha simples entre esquerda e direita, as próximas eleições autárquicas vão ser para Lisboa um momento de opção pelo carácter, pelo rigor, pela capacidade de trabalho, pelo espírito de solidariedade social e pela cidadania responsável”, aponta o documento.Segundo Eduardo Pitta, o movimento deverá reunir-se amanhã com António Costa. A 5 de Agosto vai haver novo encontro onde vão ser apresentadas propostas de acções de âmbito cultural que irão decorrer durante a campanha, já em Setembro.

O(s) princípio(s) da CLAC

Nasceu hoje a CLAAC. No Martinho da Arcada, às 16 horas. Aqui fica o texto lido por Rui Vieira Nery que é, de resto, também o seu autor.

Os lisboetas têm boa memória. E, porque temos boa memória, lembramo-nos bem do que tem sido o combate tremendo de António Costa para nos libertar da herança pesada deixada pelo(s) seu(s) antecessores:
*O saneamento financeiro lento mas seguro da Câmara, depois da reprovação pelo Tribunal de Contas de sucessivas contas dos mandatos anteriores por desrespeito da legalidade;
*O pagamento gradual das dívidas, restabelecendo a credibilidade contratual do Município;
* A reactivação dos serviços públicos, disciplinando o recurso à aquisição de bens e serviços a entidades exteriores;
* A reorganização das empresas públicas municipais e a profissionalização do recrutamento dos gestores culturais;
* O retomar do planeamento urbano ao serviço do interesse público, com respeito pelo património e pelo equilíbrio ambiental;
* As acções de fundo no sentido da integração social e do combate à exclusão;
* A promoção do diálogo com os trabalhadores da Câmara e os seus órgãos representativos, garantindo a resolução de problemas laborais há muito pendentes e a estabilização dos vínculos contratuais;
* A revitalização da actividade cultural do Município.
Foi um trabalho profundo, estruturante, sério, que contra todas as expectativas restabeleceu em menos de dois anos, e numa conjuntura muito difícil de crise económica generalizada, a Câmara de Lisboa como pessoa de bem. Mas foi um trabalho que se fez de forma discreta, sem alardes demagógicos, tirando muitas vezes de onde se via para pôr onde fazia falta, pondo sempre os interesses de Lisboa e dos lisboetas acima das agendas políticas. Num prazo recorde, a Câmara está pronta para dar o grande salto do desenvolvimento que Lisboa merece e que os lisboetas exigem.
Dois anos depois, a opção que se põe aos lisboetas é simples: regressar aos tempos do descrédito, do endividamento, das cumplicidades fraudulentas, da gestão danosa do interesse público, das obras de fachada e da propaganda descontrolada à custa do erário municipal, ou apostar na continuação da obra feita de António Costa, preparando o futuro da nossa cidade com visão e ousadia mas com sentido de responsabilidade na gestão dos recursos públicos, com ambição e coragem mas com respeito pela isenção e pela legalidade democrática, com um claro projecto político progressista para a cidade mas garantindo sempre a mobilização dos cidadãos e da comunidade na definição das metas e na procura das soluções.
Mais do que uma escolha simples entre Esquerda e Direita, as próximas eleições autárquicas vão ser para Lisboa um momento de opção pelo carácter, pelo rigor, pela capacidade de trabalho, pelo espírito de solidariedade social e pela cidadania responsável. E no quadro das escolhas que se apresentam aos eleitores essa opção passa necessariamente por António Costa.
Somos homens e mulheres de convicções políticas diversas. Há entre nós militantes de partidos ou movimentos políticos, activistas de correntes de opinião dispersas ou organizadas, e, principalmente, cidadãos independentes que votam e intervêm na sociedade de acordo com a sua consciência individual. Une-nos a vontade de servir Lisboa e de colocar o interesse de Lisboa acima de todas as divergências e de todos os interesses particulares. E é por isso que, com convicção e com esperança no futuro, vamos votar António Costa.


Lisboa, 14 de julho de 2009

segunda-feira, 6 de julho de 2009

CLAC - Por que apoiamos António Costa



No próximo dia 15 de Julho passarão dois anos sobre a minha eleição para presidente da Câmara de Lisboa. Apesar de ter sido um período muito curto, é este o momento de prestar contas do trabalho executado. É isso que agora faço, com a convicção de ter cumprido o que me propus em 2007: Arrumar a casa; Pôr a Câmara a funcionar e Preparar o Futuro. Concluída esta primeira etapa, estou pronto - com o apoio dos Lisboetas - para executar o que planeámos para os próximos quatro anos.

CLAC - tem a palavra António Costa

António Costa faz ponto de situação do mandato from Câmara Municipal de Lisboa on Vimeo.